{"status":200,"response":{"result":"RELATED_ARTICLES_RETRIEVED","data":[{"id":"64f23e940abac0dd3e7c97f9","updated":"2023-09-01T19:50:10.207Z","created":"2023-09-01T19:42:12.621Z","statuses":{"approval_status":"approved","publish_status":"published","visibility_status":"public","has_pending_changes":false,"is_pinned":false,"is_paywall_disabled":false,"scheduled_date":null,"rejection_reason":null,"created_on":"2023-09-01T19:42:12.613Z","updated_on":null},"metadata":{"location":"home","location_slug":"blog","content_type":"post","publish_date":"2023-09-01T19:49:39.754Z","likes_count":0,"comments_count":0,"bookmarks_count":0,"shares_count":10,"score":"2023-09-01T19:49:39.754Z","sharing_title":"Evolução o marketing de influência: das celebridades aos creators","sharing_description":"Você sabe como o marketing de influência chegou até o patamar atual? Confira!","sharing_image":"https://620e3966ae469127b55ea3d8.redesign.static-01.com/f/images/b1a40d9c8d0e69e00c35bd4ef34e646cd9f78f83.jpg","tag_ids":["64f23d390abac0dd3e7c9791","62165555dccbae4abc856a6f"],"author_user_id":"62532b56a33368465a447fff","moderator_user_id":null,"original_author_user_id":"62532b56a33368465a447fff","project_id":"620e3966ae469127b55ea3d8","course_id":null,"course_module_id":null,"group_id":null,"version":2,"created_on":"2023-09-01T19:42:12.613Z","updated_on":null,"tags":[{"id":"62165555dccbae4abc856a6f","title":"marketing de influencia","slug":"marketing-de-influencia","project_id":"620e3966ae469127b55ea3d8"},{"id":"64f23d390abac0dd3e7c9791","updated":"2023-09-01T19:36:25.900Z","created":"2023-09-01T19:36:25.900Z","title":"creators","slug":"creators","project_id":"620e3966ae469127b55ea3d8"}]},"content":{"title":"Evolução do marketing de influência: das celebridades aos creators","slug":"evolucao-da-influencia","cover_image":"https://620e3966ae469127b55ea3d8.redesign.static-01.com/l/images/b1a40d9c8d0e69e00c35bd4ef34e646cd9f78f83.jpg","headline":"\n\nMuito antes de serem chamados de influenciadores, a figura de alguém que empresta a credibilidade para falar sobre algo já faz parte do imaginário popular no Brasil e no mundo.","main_content":"
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Muito antes de serem chamados de influenciadores, a figura de alguém que empresta a credibilidade para falar sobre algo já faz parte do imaginário popular no Brasil e no mundo. Com o avanço da tecnologia, mais espaços foram abertos e novas possibilidades surgiram em um mercado que não para de crescer.
Desde os tempos dos anúncios publicitários nos canais de televisão até os posts patrocinados nas redes sociais, a história dos influencers se confunde com o próprio desenvolvimento de ferramentas, soluções e linguagens que impactam o público até hoje.
Celebridades, artistas e esportistas foram referências para muitas pessoas ao longo dos tempos. Seja por exemplo ou pelo talento, eles se tornaram fonte de inspiração e passaram a ter grande credibilidade com o público.
Com isso, atrelar a própria imagem ao perfil de uma marca ou determinado produto passou a ser cada vez mais comum. Mais do que apenas apresentar algo para as pessoas, eles se consolidaram pela confiança que sempre foi passada em cada ação comercial.
Muito antes da #publi ser usada em um post, pessoas “comuns” estavam descobrindo as possibilidades da internet e criando conteúdo sobre tudo. Conhecida como a era dos blogs, grandes creators começaram junto com o boom da rede mundial de computadores nos anos de 1990.
Nomes como Edney “Interney” Souza fizeram sucesso em um período de descobertas e começaram a impactar milhões de pessoas enquanto a internet ainda dava os primeiros passos no Brasil.
Interney destaca a transformação ocorrida nessa época como fundamental para a construção do que temos atualmente. “A pessoa começa a poder publicar o seu conteúdo e ter audiência. E, onde tem audiência, o marketing tem interesse de se conectar com o público”, destacou em participação no podcast Papo de Influência.
ASSISTA OU OUÇA AGORA → Do blog aos influenciadores: tendências e aprendizados do marketing
Sendo um dos pioneiros na comunicação digital no país, ele presenciou todas as transformações e viu a força dos influenciadores ficar cada vez maior. Algo que se tornou muito claro na geração seguinte: a era dos youtubers.
Nomes como Felipe Neto e Kéfera Buchmann se destacaram no YouTube e foram responsáveis por uma nova geração de criadores de conteúdo. Com a popularização do formato de vídeo, passou a ser muito mais fácil produzir um material de qualidade e com muita criatividade sem precisar sair de casa ou ter uma grande estrutura.
Dessa forma, nomes que eram anônimos passaram a exercer uma enorme influência no público. Isso, é claro, fez com que as marcas percebessem todo o potencial dos creators.
Após mais de uma década desse movimento e com a ascensão de novas redes sociais, não há mais dúvidas de que o marketing de influência veio para ficar e que ele apresenta números impressionantes para as marcas que atuam com essa estratégia.
Em um mercado que segue avançando e que está avaliado em U$D 21,1 bilhões, de acordo com o Influencer Marketing Hub, a expectativa para o futuro é de ainda mais crescimento e possibilidades para marcas, creators e para a audiência como um todo.
Com boas perspectivas, diversas novas empresas estão investindo no marketing de influência como solução para o crescimento.
Para saber mais histórias assim, a dica é conferir os cases de sucesso feitos pela Squid, empresa líder em marketing de influência baseado em dados.
Confira também abaixo o episódio completo do Papo de Influência com Edney “Interney” Souza!
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Muito antes de serem chamados de influenciadores, a figura de alguém que empresta a credibilidade para falar sobre algo já faz parte do imaginário popular no Brasil e no mundo. Com o avanço da tecnologia, mais espaços foram abertos e novas possibilidades surgiram em um mercado que não para de crescer.
Desde os tempos dos anúncios publicitários nos canais de televisão até os posts patrocinados nas redes sociais, a história dos influencers se confunde com o próprio desenvolvimento de ferramentas, soluções e linguagens que impactam o público até hoje.
Celebridades, artistas e esportistas foram referências para muitas pessoas ao longo dos tempos. Seja por exemplo ou pelo talento, eles se tornaram fonte de inspiração e passaram a ter grande credibilidade com o público.
Com isso, atrelar a própria imagem ao perfil de uma marca ou determinado produto passou a ser cada vez mais comum. Mais do que apenas apresentar algo para as pessoas, eles se consolidaram pela confiança que sempre foi passada em cada ação comercial.
Muito antes da #publi ser usada em um post, pessoas “comuns” estavam descobrindo as possibilidades da internet e criando conteúdo sobre tudo. Conhecida como a era dos blogs, grandes creators começaram junto com o boom da rede mundial de computadores nos anos de 1990.
Nomes como Edney “Interney” Souza fizeram sucesso em um período de descobertas e começaram a impactar milhões de pessoas enquanto a internet ainda dava os primeiros passos no Brasil.
Interney destaca a transformação ocorrida nessa época como fundamental para a construção do que temos atualmente. “A pessoa começa a poder publicar o seu conteúdo e ter audiência. E, onde tem audiência, o marketing tem interesse de se conectar com o público”, destacou em participação no podcast Papo de Influência.
ASSISTA OU OUÇA AGORA → Do blog aos influenciadores: tendências e aprendizados do marketing
Sendo um dos pioneiros na comunicação digital no país, ele presenciou todas as transformações e viu a força dos influenciadores ficar cada vez maior. Algo que se tornou muito claro na geração seguinte: a era dos youtubers.
Nomes como Felipe Neto e Kéfera Buchmann se destacaram no YouTube e foram responsáveis por uma nova geração de criadores de conteúdo. Com a popularização do formato de vídeo, passou a ser muito mais fácil produzir um material de qualidade e com muita criatividade sem precisar sair de casa ou ter uma grande estrutura.
Dessa forma, nomes que eram anônimos passaram a exercer uma enorme influência no público. Isso, é claro, fez com que as marcas percebessem todo o potencial dos creators.
Após mais de uma década desse movimento e com a ascensão de novas redes sociais, não há mais dúvidas de que o marketing de influência veio para ficar e que ele apresenta números impressionantes para as marcas que atuam com essa estratégia.
Em um mercado que segue avançando e que está avaliado em U$D 21,1 bilhões, de acordo com o Influencer Marketing Hub, a expectativa para o futuro é de ainda mais crescimento e possibilidades para marcas, creators e para a audiência como um todo.
Com boas perspectivas, diversas novas empresas estão investindo no marketing de influência como solução para o crescimento.
Para saber mais histórias assim, a dica é conferir os cases de sucesso feitos pela Squid, empresa líder em marketing de influência baseado em dados.
Confira também abaixo o episódio completo do Papo de Influência com Edney “Interney” Souza!
\n\nDo que é feita uma marca? Conceitos, produtos, serviços? Todos esses elementos são importantes, mas o coração de qualquer empresa está nas pessoas que fazem com que ela possa existir todos os dias.
Com um mundo tão dinâmico e com as possibilidades do digital, a humanização das marcas permite que eles se conectem com o público como há muito tempo não fazem. Para superar esse “engessamento”, a atuação dos influenciadores tem se mostrado uma ótima opção para quem visa crescer nessa área.
A construção de uma marca pode ser um processo mais longo e complicado do que muitos imaginam. E em meio a planejamentos, números e planilhas, o elemento humano pode ficar afastado e fazer com que a marca se torne “fria” diante do público.
Para Liliane Ferrari, professora, palestrante e consultora em estratégias digitais, a humanização é um resgate para recuperar o distanciamento que aconteceu entre marcas e pessoas nos últimos anos.
Durante a participação no podcast Papo de Influência, ela comentou sobre o tema e destacou a importância do elemento humano nesse sentido. “Não existe uma marca, ela é uma ficção. Existem as pessoas”, destacou Liliane.
De fato, grandes empresas acabam sendo vistas pela imagem de determinadas pessoas, como a Apple com Steve Jobs, a Microsoft com Bill Gates e a Meta com Mark Zuckerberg. São seres humanos representando empresas e fazendo com que as pessoas se conectem com elas (e com as marcas) com maior proximidade.
A internet, e especialmente as redes sociais, criaram uma nova forma de comunicação, que impactou diretamente a noção de proximidade. Se antes, com televisões e jornais, a mensagem era unilateral, agora ela é dinâmica e faz com que uma marca também escute e responda seus consumidores.
Dessa forma, muitas marcas criam personalidades e até mesmo avatares para que essa representação digital da empresa a torne mais interessante. Casos como o humor da Netflix no Twitter ou a Lu, da Magazine Luiza, mostram empresas que se preocupam com o posicionamento digital e com a maneira como elas se relacionam com seus seguidores nas redes sociais.
Mas ao contrário do que possa parecer, a humanização não é exclusiva de estratégias complexas e pode ser reforçada também de maneiras mais simples . Um estudo publicado pela Georgia Tech mostrou que imagens com rostos geram mais curtidas em posts do Instagram do que aquelas que não possuem esse elemento.
Ou seja, o simples ato de inserir seres humanos na comunicação já ajuda na humanização de marca.
Ainda na conversa com Liliane Ferrari, ela destacou que a utilização dos colaboradores que atuam diariamente, conhecem a ação da empresa e falam com propriedade sobre o tema ajuda nessa missão. Para a especialista, isso pode ser feito ao mostrar como funciona um processo interno ou um passo a passo de como um produto é feito.
A estratégia de influenciadores pode trazer uma série de benefícios para as marcas, e um deles é contribuir para essa humanização. Afinal, pessoas se conectam com pessoas e os creators são especialistas em criar relacionamentos com suas audiências.
Eles podem atuar tanto para uma pequena empresa na criação de conteúdos mais interessantes que ajudam a divulgar a marca nas redes sociais, quanto para uma empresa global que deseja atuar em um nicho ou local específico e precisa penetrar naquele mercado com uma comunicação mais próxima e que desperte o interesse do público.
Com uma linguagem descontraída e conhecimento do perfil da base de seguidores, eles criam esse senso de proximidade e facilitam a estratégia da empresa para obter mais engajamento e, consequentemente, ter a mensagem recebida com muito mais atenção.
Para não ficarmos apenas na teoria, vamos conhecer algumas dicas práticas de como os criadores de conteúdo podem ser utilizados para ajudar no processo de humanização de marca.
A seleção de um influenciador é um dos momentos mais importantes de uma campanha de marketing de influência. Com a ajuda da tecnologia de soluções como o Search da Squid, é possível utilizar filtros para encontrar o creator que possui o perfil que mais combina com a empresa.
Dessa forma, é possível criar um relacionamento duradouro e com muita autenticidade, algo que é valorizado pelos seguidores na hora de interagirem com uma marca.
Por falar em autenticidade, a humanização está muito relacionada com a coerência entre aquilo que a marca diz e faz. Por mais que o desejo de embarcar em tendências ou no conteúdo que está viralizando no momento, é necessário entender o perfil da empresa e se aquilo faz sentido para a comunicação dela.
Uma parte importante da humanização é justamente ser natural e não forçar comportamentos que não sejam condizentes com a imagem trabalhada pela companhia no mercado diante dos clientes.
Para criar um conteúdo mais humanizado, nada melhor do que ouvir o que o creator tem a dizer. Quanto mais esse hábito for cultivado, melhores serão as campanhas e também os resultados gerados por elas.
Essa é uma das melhores ações em marketing de influência e ajuda muito na hora de produzir conteúdos relevantes e que sejam muito mais interessantes para os seguidores dos influenciadores escolhidos para o projeto.
O último ponto é algo que não vale apenas para as campanhas com influenciadores, mas também para o dia a dia da empresa. Tudo aquilo que for dito e exibido nas ações deve ser levado para o ambiente da marca e realmente vivido.
Falar uma coisa e viver outra na prática não é muito bem-visto pelo público que pode repelir a empresa e achar que tudo o que está sendo mostrado não representa a realidade.
Para saber mais sobre a humanização de marca e como ela pode ser colocada em prática pela sua empresa, confira o episódio sobre o assunto no Papo de Influência, o podcast da Squid sobre marketing de influência para empresas.
Essa conversa está imperdível e vale muito a pena conferir!
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Com um mundo tão dinâmico e com as possibilidades do digital, a humanização das marcas permite que eles se conectem com o público como há muito tempo não fazem. Para superar esse “engessamento”, a atuação dos influenciadores tem se mostrado uma ótima opção para quem visa crescer nessa área.
A construção de uma marca pode ser um processo mais longo e complicado do que muitos imaginam. E em meio a planejamentos, números e planilhas, o elemento humano pode ficar afastado e fazer com que a marca se torne “fria” diante do público.
Para Liliane Ferrari, professora, palestrante e consultora em estratégias digitais, a humanização é um resgate para recuperar o distanciamento que aconteceu entre marcas e pessoas nos últimos anos.
Durante a participação no podcast Papo de Influência, ela comentou sobre o tema e destacou a importância do elemento humano nesse sentido. “Não existe uma marca, ela é uma ficção. Existem as pessoas”, destacou Liliane.
De fato, grandes empresas acabam sendo vistas pela imagem de determinadas pessoas, como a Apple com Steve Jobs, a Microsoft com Bill Gates e a Meta com Mark Zuckerberg. São seres humanos representando empresas e fazendo com que as pessoas se conectem com elas (e com as marcas) com maior proximidade.
A internet, e especialmente as redes sociais, criaram uma nova forma de comunicação, que impactou diretamente a noção de proximidade. Se antes, com televisões e jornais, a mensagem era unilateral, agora ela é dinâmica e faz com que uma marca também escute e responda seus consumidores.
Dessa forma, muitas marcas criam personalidades e até mesmo avatares para que essa representação digital da empresa a torne mais interessante. Casos como o humor da Netflix no Twitter ou a Lu, da Magazine Luiza, mostram empresas que se preocupam com o posicionamento digital e com a maneira como elas se relacionam com seus seguidores nas redes sociais.
Mas ao contrário do que possa parecer, a humanização não é exclusiva de estratégias complexas e pode ser reforçada também de maneiras mais simples . Um estudo publicado pela Georgia Tech mostrou que imagens com rostos geram mais curtidas em posts do Instagram do que aquelas que não possuem esse elemento.
Ou seja, o simples ato de inserir seres humanos na comunicação já ajuda na humanização de marca.
Ainda na conversa com Liliane Ferrari, ela destacou que a utilização dos colaboradores que atuam diariamente, conhecem a ação da empresa e falam com propriedade sobre o tema ajuda nessa missão. Para a especialista, isso pode ser feito ao mostrar como funciona um processo interno ou um passo a passo de como um produto é feito.
A estratégia de influenciadores pode trazer uma série de benefícios para as marcas, e um deles é contribuir para essa humanização. Afinal, pessoas se conectam com pessoas e os creators são especialistas em criar relacionamentos com suas audiências.
Eles podem atuar tanto para uma pequena empresa na criação de conteúdos mais interessantes que ajudam a divulgar a marca nas redes sociais, quanto para uma empresa global que deseja atuar em um nicho ou local específico e precisa penetrar naquele mercado com uma comunicação mais próxima e que desperte o interesse do público.
Com uma linguagem descontraída e conhecimento do perfil da base de seguidores, eles criam esse senso de proximidade e facilitam a estratégia da empresa para obter mais engajamento e, consequentemente, ter a mensagem recebida com muito mais atenção.
Para não ficarmos apenas na teoria, vamos conhecer algumas dicas práticas de como os criadores de conteúdo podem ser utilizados para ajudar no processo de humanização de marca.
A seleção de um influenciador é um dos momentos mais importantes de uma campanha de marketing de influência. Com a ajuda da tecnologia de soluções como o Search da Squid, é possível utilizar filtros para encontrar o creator que possui o perfil que mais combina com a empresa.
Dessa forma, é possível criar um relacionamento duradouro e com muita autenticidade, algo que é valorizado pelos seguidores na hora de interagirem com uma marca.
Por falar em autenticidade, a humanização está muito relacionada com a coerência entre aquilo que a marca diz e faz. Por mais que o desejo de embarcar em tendências ou no conteúdo que está viralizando no momento, é necessário entender o perfil da empresa e se aquilo faz sentido para a comunicação dela.
Uma parte importante da humanização é justamente ser natural e não forçar comportamentos que não sejam condizentes com a imagem trabalhada pela companhia no mercado diante dos clientes.
Para criar um conteúdo mais humanizado, nada melhor do que ouvir o que o creator tem a dizer. Quanto mais esse hábito for cultivado, melhores serão as campanhas e também os resultados gerados por elas.
Essa é uma das melhores ações em marketing de influência e ajuda muito na hora de produzir conteúdos relevantes e que sejam muito mais interessantes para os seguidores dos influenciadores escolhidos para o projeto.
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Para saber mais sobre a humanização de marca e como ela pode ser colocada em prática pela sua empresa, confira o episódio sobre o assunto no Papo de Influência, o podcast da Squid sobre marketing de influência para empresas.
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Com a ajuda da tecnologia e conhecimento na área, é possível explorar o enorme potencial que os conteúdos feitos por creators podem ter para uma empresa, gerando grandes resultados.
O termo “publi” vem de publicidade e trata-se de um conteúdo feito por um influenciador para falar sobre um determinado produto ou serviço de uma marca. Com a explosão das redes sociais e o crescimento do marketing de influência, tem se tornado mais comum vermos posts desse tipo no dia a dia.
A publi é um modo muito eficiente de fazer com que o público saiba mais sobre a mensagem que a empresa quer transmitir de um jeito menos interruptivo e mais atraente do que os modelos tradicionais de anúncios.
No Brasil, essa estratégia passa a ser ainda mais importante para alcançar resultados. Segundo a pesquisa Global Consumer Survey, somos o país onde as pessoas mais fazem compras influenciadas pelos criadores de conteúdo.
Para garantir a segurança dos consumidores, a publicidade feita por influenciadores segue as regras definidas pelo Conar. Elas definem alguns pontos importantes e ajudam os influenciadores e marcas indicando o que pode ou não ser feito.
Apesar de terem o mesmo objetivo em muitos casos, a publi se diferencia da publicidade tradicional em alguns aspectos bem importantes.
Um dos principais é justamente o momento e a maneira como ela se apresenta, sendo menos intrusiva e com uma abordagem mais natural do que simplesmente interromper o feed de alguém para mostrar um anúncio que provavelmente a pessoa não queria ver.
Com o uso das publis, as marcas conseguem ter uma atenção maior de uma audiência que já é engajada com os conteúdos produzidos por aquele creator. Seja para uma campanha de awareness ou de conversão, os indicadores ajudam a mostrar a eficácia desse formato de publicidade que tem conquistado cada vez mais espaço no orçamento das empresas.
O sucesso do marketing de influência faz sentido, principalmente se olharmos para as vantagens que as marcas possuem ao incluírem os influenciadores nas estratégias de comunicação com o público.
Ao invés de apenas criar uma campanha de anúncios nas redes sociais e torcer para que ela seja interessante, impacte o público certo e consiga atingir o objetivo da marca, uma publi faz isso de um jeito orgânico e de uma forma amigável, o que faz com que a mensagem seja recebida com mais simpatia pelos seguidores do influenciador.
Além disso, com a participação dos creators desde o início, podemos observar campanhas altamente eficazes e que podem tanto atingir um público mais amplo quanto audiências de nichos específicos de interesse.
Para fazer isso, o “segredo” é contar com as plataformas de influenciadores que utilizam a tecnologia para definir qual o creator que mais combina com o perfil da marca e os objetivos da sua campanha.
Criar uma estratégia de sucesso exige alguns passos importantes e que precisam ser feitos com muita atenção. Para te ajudar nessa missão, vamos trazer o passo a passo para criar uma publi incrível para a sua marca!
A escolha dos influenciadores que farão parte da campanha tem um papel muito importante no resultado dela. Para isso, contar com a ajuda da ferramenta certa é crucial no processo.
Soluções como o Search da Squid permitem que a marca defina filtros e encontre os creators com o exato perfil que procura. Além de ser perfeito para quem atua com nichos, também é muito útil para selecionar influenciadores que vão trazer o melhor retorno ao final da ação.
Após a escolha, é hora de definir quais serão os objetivos da campanha e passar o briefing para que os creators escolhidos possam pensar no melhor conteúdo possível. Uma dica de sucesso é chamar o influenciador para participar ativamente dessa etapa e desenvolver uma estratégia colaborativa, com os dois lados contribuindo juntos. Isso porque os creators entendem muito do seu público e são especialistas em construir mensagens que se conectem verdadeiramente com sua audiência.
Essa é uma das dicas do Rafael Arty, diretor de negócios da Squid, durante a sua participação no podcast Papo de Influência no episódio sobre os erros mais comuns no marketing de influência.
Acompanhar as métricas é o único jeito de saber se a sua campanha está realmente dando certo ou não. Além da mensuração final dos resultados, é essencial fazer um acompanhamento em tempo real que permita ajustes de rota, caso seja necessário.
Por isso, leve em consideração a quantidade de métricas disponíveis e se são dados reais ou apenas palpites, pois esta informação faz uma enorme diferença na hora de conduzir uma campanha de marketing de influência de sucesso.
Com tantas dicas, chegou a hora de criar a sua próxima campanha com influenciadores! Para saber mais, conte com a ajuda dos especialistas da Squid e descubra como o marketing de influência pode potencializar o sucesso da sua marca.\n\n
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Com a ajuda da tecnologia e conhecimento na área, é possível explorar o enorme potencial que os conteúdos feitos por creators podem ter para uma empresa, gerando grandes resultados.
O termo “publi” vem de publicidade e trata-se de um conteúdo feito por um influenciador para falar sobre um determinado produto ou serviço de uma marca. Com a explosão das redes sociais e o crescimento do marketing de influência, tem se tornado mais comum vermos posts desse tipo no dia a dia.
A publi é um modo muito eficiente de fazer com que o público saiba mais sobre a mensagem que a empresa quer transmitir de um jeito menos interruptivo e mais atraente do que os modelos tradicionais de anúncios.
No Brasil, essa estratégia passa a ser ainda mais importante para alcançar resultados. Segundo a pesquisa Global Consumer Survey, somos o país onde as pessoas mais fazem compras influenciadas pelos criadores de conteúdo.
Para garantir a segurança dos consumidores, a publicidade feita por influenciadores segue as regras definidas pelo Conar. Elas definem alguns pontos importantes e ajudam os influenciadores e marcas indicando o que pode ou não ser feito.
Apesar de terem o mesmo objetivo em muitos casos, a publi se diferencia da publicidade tradicional em alguns aspectos bem importantes.
Um dos principais é justamente o momento e a maneira como ela se apresenta, sendo menos intrusiva e com uma abordagem mais natural do que simplesmente interromper o feed de alguém para mostrar um anúncio que provavelmente a pessoa não queria ver.
Com o uso das publis, as marcas conseguem ter uma atenção maior de uma audiência que já é engajada com os conteúdos produzidos por aquele creator. Seja para uma campanha de awareness ou de conversão, os indicadores ajudam a mostrar a eficácia desse formato de publicidade que tem conquistado cada vez mais espaço no orçamento das empresas.
O sucesso do marketing de influência faz sentido, principalmente se olharmos para as vantagens que as marcas possuem ao incluírem os influenciadores nas estratégias de comunicação com o público.
Ao invés de apenas criar uma campanha de anúncios nas redes sociais e torcer para que ela seja interessante, impacte o público certo e consiga atingir o objetivo da marca, uma publi faz isso de um jeito orgânico e de uma forma amigável, o que faz com que a mensagem seja recebida com mais simpatia pelos seguidores do influenciador.
Além disso, com a participação dos creators desde o início, podemos observar campanhas altamente eficazes e que podem tanto atingir um público mais amplo quanto audiências de nichos específicos de interesse.
Para fazer isso, o “segredo” é contar com as plataformas de influenciadores que utilizam a tecnologia para definir qual o creator que mais combina com o perfil da marca e os objetivos da sua campanha.
Criar uma estratégia de sucesso exige alguns passos importantes e que precisam ser feitos com muita atenção. Para te ajudar nessa missão, vamos trazer o passo a passo para criar uma publi incrível para a sua marca!
A escolha dos influenciadores que farão parte da campanha tem um papel muito importante no resultado dela. Para isso, contar com a ajuda da ferramenta certa é crucial no processo.
Soluções como o Search da Squid permitem que a marca defina filtros e encontre os creators com o exato perfil que procura. Além de ser perfeito para quem atua com nichos, também é muito útil para selecionar influenciadores que vão trazer o melhor retorno ao final da ação.
Após a escolha, é hora de definir quais serão os objetivos da campanha e passar o briefing para que os creators escolhidos possam pensar no melhor conteúdo possível. Uma dica de sucesso é chamar o influenciador para participar ativamente dessa etapa e desenvolver uma estratégia colaborativa, com os dois lados contribuindo juntos. Isso porque os creators entendem muito do seu público e são especialistas em construir mensagens que se conectem verdadeiramente com sua audiência.
Essa é uma das dicas do Rafael Arty, diretor de negócios da Squid, durante a sua participação no podcast Papo de Influência no episódio sobre os erros mais comuns no marketing de influência.
Acompanhar as métricas é o único jeito de saber se a sua campanha está realmente dando certo ou não. Além da mensuração final dos resultados, é essencial fazer um acompanhamento em tempo real que permita ajustes de rota, caso seja necessário.
Por isso, leve em consideração a quantidade de métricas disponíveis e se são dados reais ou apenas palpites, pois esta informação faz uma enorme diferença na hora de conduzir uma campanha de marketing de influência de sucesso.
Com tantas dicas, chegou a hora de criar a sua próxima campanha com influenciadores! Para saber mais, conte com a ajuda dos especialistas da Squid e descubra como o marketing de influência pode potencializar o sucesso da sua marca.\n\n
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